4º Simpósio sobre Ronco e Apneia do Sono de Araçatuba

4º Simpósio sobre Ronco e Apneia do Sono de Araçatuba

O 4º Simpósio sobre Ronco e Apneia do Sono de Araçatuba aconteceu dia 14.11.20, no horário das 9:00 as 12:30 horas, no formato ON LINE, e contou com uma programação excelente.

Confira nas imagens, a programação e os palestrantes que apresentaram temas importantes e atuais da área do sono.

Evento destinado a profissionais da área da saúde, valorizando a visão interdisciplinar, tanto para aqueles que já atuam, como para quem tiver o interesse em conhecer essa importante e crescente área que é a medicina do sono e as áreas envolvidas.

Nesta edição, tivemos uma participação internacional com o Dr. Miguel Meira e Cruz, de Portugal, que é Médico-Dentista e mestre em Ciências do Sono, diretor do Centro Europeu do Sono e presidente da Associação Portuguesa de Cronobiologia e Medicina do Sono, que abordou o tema “O sono em medicina oral e dentária: rumo à globalização”.

Padrões de pressão arterial sem queda preveem apneia obstrutiva do sono

Impacto do avanço maxilomandibular cirúrgico

Impacto do avanço maxilomandibular cirúrgico sobre o volume da via aérea faríngea e o índice de apneia-hipopneia no tratamento da apneia obstrutiva do sono: revisão sistemática e meta-análise

Impact of surgical maxillomandibular advancement upon pharyngeal airway volume and the apnoea–hypopnoea index in the treatment of obstructive sleep apnoea: systematic review and meta-analysis

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Atuação Fonoaudiológica nos Distúrbios Respiratórios do Sono

Atuação Fonoaudiológica nos Distúrbios Respiratórios do Sono

A necessidade de atenção interdisciplinar do paciente que sofre de ronco e apneia do sono é extremamente importante. E nesse contexto, a fonoaudiologia muito contribui para a melhora desses quadros, seja como terapia única ou combinada com outras.

A Dra. Lilian Krakauer, que é uma referência na fonoaudiologia do sono no Brasil, nos apresentou as possibilidades que a terapia miofuncional oral permite nesses casos. .

Nossa reunião virtual aconteceu dia 21/10/20, quarta-feira, as 20 horas com transmissão pela plataforma do Microsoft TEAMS.

Clique AQUI para assistir ao vídeo da gravação, e fiquem a vontade para rever ou assistir e deixem o seu “like” no nosso vídeo. Aproveitem para se inscreverem no nosso canal e assistirem aos outros vídeos de outras reuniões e eventos já gravados e receberem os avisos dos futuros.

Bom estudo a todos!

Sono Reparador, Melatonia e Câncer

Sono Reparador, Melatonia e Câncer

A melatonina é uma indole amina onipresente que desempenha um papel fundamental na regulação do ritmo biológico.

O ritmo circadiano interrompido altera a expressão dos genes Clock e desregula os oncogenes (genes do câncer) que finalmente promovem o desenvolvimento e a progressão do tumor.

Uma evidência que apóia essa percepção é o maior risco de desenvolver neoplasias entre os trabalhadores do turno da noite.

A secreção circadiana do hormônio pineal também sincroniza o sistema imunológico por meio de uma associação recíproca que existe entre o sistema imunológico e a Melatonina. As células imunológicas são capazes de biossíntese de melatonina, além da expressão de seus receptores.

A melatonina induz grandes alterações nas diferentes proporções das células imunes, melhora sua viabilidade e melhora o metabolismo das células imunes no microambiente do tumor.

Esses efeitos podem ser mediados diretamente pelos receptores de Melatonina ou indiretamente através de alterações na liberação hormonal e de citocinas. Além disso, a Melatonina induz apoptose (morte celular programada) nas células tumorais através das vias intrínseca e extrínseca da apoptose, enquanto protege as células imunes.

Em geral, a melatonina tem um profundo impacto no tráfico de células imunes, produção de citocinas e indução de apoptose em células malignas.

Sendo assim, a importância do sono reparador ou, em caso de indicação, o uso de Melatonina e a ressincronização do ciclo do sono podem ter implicações potenciais no aprimoramento da função imune contra doenças malignas.

Na figura, fica demonstrado a Modulação da apoptose em células tumorais e imunológicas pela Melatonina. Ela induz apoptose nas células tumorais através do aumento das ERO (espécies reativas de oxigênio) e alteração da expressão gênica. Também afeta a resposta imune antitumoral através de sinais de bloqueio que induzem a diferenciação de T-reg.

A sinalização intracelular mediada por exossomos também é alterada pela melatonina. . 📚 DOI: 10.1002/jcp.29036 .